13 abril 2008
25 outubro 2006
Comentários alunos PDV
“Pesquisas comprovam que 85% das decisões de compra são decidas no PDV, que é bom para os profissionais de comunicação esbanjar sua criatividade, produzindo peças maravilhosas que despertem e conquistam a atenção de seu público-alvo.” – Acho que é do Roberto, mas como não assinou, é anônimo ;)
“Dados mostram que a maioria absoluta das decisões de compra acontecem durante o ambiente de venda. Fica mais claro a importância de se montar um material de PDV atrativo.” – Fábio Franco
“O Design Promocional chama a atenção nas gôndolas de supermercados despertando o desejo de consumo daquele produto” – Bruno Henrique
Comentários alunos e Design Promocional
“É muito importante que o nome de uma marca tenha fácil pronuncia, seja simples, de memorizar, seja associado o nome da marca com sua imagem e se possível seja uma palavra curta. Ex.: Fox, Ka, Fiat, Doblô, Marea, etc...
A marca deve evitar sua associação a épocas, datas para não correr o risco de ficar ultrapassada.
É muito importante não criar nomes que remetem a palavras obscenas, e que possam ofender uma cultura ou sociedade.
A marca tem que se manter no mercado durante um longo período, tornando se desta maneira forte e fixando na consciência do consumidor.
Quando a marca tem uma imagem visual prática e bem produzida, e define seu conceito no mercado ela passa a se estabelecer na memória do cliente.
A embalagem serve para envolver o produto, além disso ela deve cumprir padrões de higiene, praticidade e segurança.
Embalagem possibilita ao consumidor uma relação afetiva com o produto. A embalagem causa expectativa e agrega valores, além disso a embalagem é um diferencial competitivo.
A embalagem é um principais fatores de compra do consumidor. Através da embalagem que envolve o produto, ele se sente atraído e realiza a compra.
Para desenvolver uma embalagem é preciso pesquisar:
Mercado – Concorrência – Consumidor e Produto.” - Luciana Alves
“Administrar uma marca precisa se ter uma abrangência, não só associada a um produto ou uma gama de produtos, ter dimensão, ter um posicionamento, estratégico e identidade. Ter perspectiva a longo tempo quanto mais ela for reconhecida no mercado melhor); ser estabelecida no mercado e saber como o mercado reage a minha marca e meus produtos. E não alterar os valores que sustentam as marcas [a menos que a identidade e imagem marca precisem ser remodeladas]” – Cristiane da Cunha
“Administrar uma marca é muito difícil. A marca tem que ser feita para durar. A marca deve extravasar o produto que ela oferece.
Consistência na imagem é fator essencial para a coerência de todos os produtos da marca.” Jakson Pimenta
“A marca é feita para durar, por isso o seu valor deve se atribuído desde o início.” – Daniela Leal
“Para a escolha do nome é necessário pensar na abrangência da marca, é de um só produto? Ela é uma marca guarda-chuva? Que abrange vários produtos, como a Nestlé: leite; biscoito; água...
Mesmo marcas fortes devem evitar mudanças constantes de valores. É negativo para a empresa cada dia a marca defender uma idéia. Exemplo: Boticário – Natural do Brasil, Btociário – do Jeito do Brasil, Boticário XXX do Brasil.
Embalagem – O ideal é que a embalagem chame a atenção, faça a curiosidade aumentar, aguce o paladar, contenha todas as informações necessárias do produto embalado.” – Acho que é da Carol, mas como ela não assinou é anônimo ;)
“Quando a marca está fixa na cabeça das pessoas significa que já conquistou mercado. (...)
A embalagem precisa se destacar entre as outras na gôndolas do supermercado, para chamar a atenção, dos consumidores. Mas isso precisa ser feito, com critérios que façam dessa embalagem uma fonte de informação, clara sobre o produto, além do papel de vendedor, ou seja, o consumidor tem que sentir segurança ao comprar o produto.” – Pollyana Aguiar
“A embalagem não é enfeite, ela pode e deve ser um atrativo para melhorar o desempenho de um produto. “VENDEDOR SILENCIOSO” – Quedemá Pires
“[Embalagem] Tem que: comunicar, os benefícios do produto, promover a venda, facilitar transporte, armazenar, proporcionar segurança no manuseio.” - Mariana Nunes
Design Promocional
Engloba todos os tipos de projetos que tem por objetivo a promoção de produtos ou serviços. Estes projeto deverão ser feitos de acordo com o conceito do produto e da marca da empresa.
Algumas peças de Design Promocional
Folheteria - folders, flyers, malas diretas, volantes, convites, etc.
Produtos Promocionais - calendários, agendas, camisetas, cartões, brindes, etc.
Impressos Promocionais - anúncios e encartes para revistas, jornais, balcão, etc.
Material de Ponto de Venda - cartazes, displays, backlights, galhardetes, etc.
Conforme uma pesquisa do Popai Brasil em super e hipermercados, o brasileiro é o povo que mais se expõe dentro das lojas de auto serviço no mundo, passando em média 77 minutos em compras. Esta mesma pesquisa revela que no nosso país 60% das pessoas vão às compras acompanhadas. E que 85% das decisões de compra são tomadas no PDV, Ponto De Venda, ou seja, o local onde o produto esta sendo exposto e comercializado.
Caso se projete este índice numa pesquisa feita em shopping centers, a possibilidade de que ele aumente é enorme, uma vez que o passeio pelos corredores dos shoppings já faz parte do lazer do brasileiro.
Se o passeio da família brasileira se tornou uma volta no shopping, seja para almoçar, levar os filhos ao fliperama, ao cinema, ou para fazer compras, as lojas são um atrativo e aí entra o cenário que é montado no PDV e a relação que os clientes têm com a marca. Os atributos das marcas são muitas vezes qualidades que os consumidores, na medida que se utilizam das marcas, querem que sejam atribuídas a eles.
Algumas peças de PDV:
Flâmula (simples) ou Bandeirola – podem ser fixada em haste vertical (Flâmulas), ou coladas em barbante, como as de festa junina (Bandeirola). O tamanho mais comum 46x46, e pode ter acabamento inferior: oval, reto ou em V.
Móbile - Peça promocional aérea sustentada por fios, pode ser de diversos matérias, mas deve ser fixada por um fio. Existem móbiles infláveis, de acetado, PVC, papel, etc. É uma peça muito livre, não existem padrões de criação. O ideal é que entre em contato com o fornecedor deste tipo de material e verifique com ele as possibilidades de por exemplo criar um móbile inflável, em quatro cores, no formato de um peixe.
Gôndola - Prateleiras utilizadas para exposição de produtos no PDV.
Ponta de gôndola - Espaço nobre localizado nas extremidades das gôndolas e muito utilizada para promover e aumentar giro de produtos.
Faixa de Gôndola ou Régua - Peça produzida em diversos materiais para ser colocada na parte frontal das prateleiras das gôndolas, servindo como delimitador de espaço dos produtos e/ou como aparador das embalagens, podendo conter mensagens e/ou imagens. O tamanho mais comum costuma ser de 50X7,5cm.
Testeira - Estrutura colocada no alto de display, gôndolas etc, contém algum elemento que identifica o produto ou outra mensagem.
Stopper - Elemento publicitário que se sobressai perpendicularmente à prateleira ou gôndola.
Wobbles – peça feita em PVC flexível, que pode ser fixada nas gôndolas, caixas, balcões.
Display - Qualquer elemento destinado a promover, apresentar, expor, demonstrar e ajudar a vender qualquer produto ou serviço, podendo ser colocado diretamente no solo, vitrine, balcão e gôndola. Normalmente o display é feito em papelão, é dobrável, fácil de montar e pode ser transportado com muita facilidade. Ele pode ser colocado na gôndola, sobre a mesa/balcão, ou ser uma peça de exposição.
Banner - Peça em material rígido ou flexível terminada com fio em formato arredondado ou em "V", para ser fixada verticalmente.
Corner - Conjunto de elementos de apresentação de uma marca ou de uma linha de produtos formando uma mini loja dentro do PDV.
Cartaz de PDV - Peça impressa em papel ou outra superfície, apresentando mensagem e / ou imagem, para ser fixado no PDV.
Floor Grafics – é um adesivo para o piso, colado ao chão, em frente a gôndola, garante maior visibilidade e influencia o consumidor diretamente na decisão de compra.
Ilha - expositor posicionado no PDV. Normalmente em áreas de maior circulação como no meio da loja.
25 setembro 2006
Embalagem
A embalagem é um invólucro que irá abrigar em si um produto. Suas funções são de
- Conter o produto;
- Preservar o produto para o consumo futuro;
- Proteger o produto;
- Atrair a atenção do consumidor;
- Comunicar os benefícios do produto;
- Promover a venda;
- Facilitar o transporte e a armazenagem e;
- Proporcionar segurança quando do manuseio pelo consumidor.
A embalagem pode incluir: - O recipiente imediato do produto.
Ex.: um frasco de um perfume;
- Uma embalagem secundária que é descartada quando o produto vai ser utilizado.
Ex.: embalagens de sopas desitratadas, doces, etc; - Uma embalagem de transporte necessária para estocagem, identificação e transporte do produto.
Ex.: caixas de papelão usadas para acomodar os produtos para transporte.
Uma vez que antigamente, o balconista era o vendedor dos produtos; este cuidava de fortalecer a identidade dos produtos junto aos consumidores. Hoje, esta figura humana não existe mais. É a embalagem que vai ocupar seu papel nas prateleiras, o ano inteiro.
A embalagem tem que agradar ao consumidor, porque sabe que quando as pessoas vão ao supermercado, 70% das decisões são tomadas junto à prateleira, e no Brasil os empresários tem dificuldade de investir em publicidade. Os supermercadistas afirmam ainda que é a embalagem que faz o “show” no ponto-de-venda, e o design, a “atratividade”, o ponto fundamental de uma boa embalagem.
Dessa maneira, elas devem enviar uma mensagem clara, facilmente reprodutível na mídia visual. Dos cerca de 10 mil produtos expostos nas prateleiras dos supermercados, estima-se que apenas 5% possuam propaganda massiva na mídia.
Daí a necessidade dos atrativos visuais da embalagem, a qual acaba tornando-se uma espécie de "vendedor silencioso". Percebe-se, portanto, a importância da embalagem no mercado consumidor. A globalização mercadológica promove uma oferta cada vez maior de produtos, na mesma proporção da exigência da qualidade.
Uma boa metodologia a ser seguida no desenvolvimento do projeto de embalagens é composta pelos dez pontos, a seguir:
1 - Conhecer o produto
2 - Conhecer o consumidor
3 - Conhecer o mercado
4 - Conhecer a concorrência
5- Conhecer tecnicamente a embalagem a ser desenhada
6 - Conhecer os objetivos mercadológicos
7 - Ter uma estratégia para o design
8 - Desenhar de forma consciente
9 - Trabalhar integrado com a indústria
10 - Fazer a revisão final do projeto
Marca
Comentários de alunos Identidade X imagem.
“As pessoas se identificam pela marca quando ela é positivas e também quando ela é negativa.
Importante ressaltar que a marca quando se torna forte, é muito mais válida que os equipamentos.
Os valores agregados a uma marca influência no setor finaceiro, político e social do mercado consumidor.
Uma marca para se diferenciar no mercado tem que buscar sempre o melhor, levar em consideração seus concorrente, prezar pela qualidade e satisfação do cliente.
Identidade corporativa é como a empresa gostaria de ser vista, tanto sua essência, quanto suas características, apresenta sua personalidade e seus conceitos.
Imagem corporativa é como o público vê a empresa (marca). Imagem resulta no papel que é transmitido pela identidade corporativa, através de pesquisas de mercado.
A imagem de um produto e/ou marca influência nos hábitos, gostos de seu consumidor. Através da imagem as pessoas agregam valores sentimentais e emocionais.” – Luciana Alves
“Para alterar o posicionamento ou revitalizar uma marca, não adianta alterar somente o visual, tem que repensar a nova mensagem que a empresa quer passar, não pode mudar totalmente a missão porque os consumidores podem não se identificar mais com a marca, sendo assim, os produtos não conseguirão abertura aos consumidores.” - Alice Natalie.
“Um bom conceito deve ser agregado aos valores da empresa, valorizando sua imagem e identidade” – Alex Willian
“Produto novo tem que ter uma comunicação mesmo que for boca a boca.” – Pollyana Marques
Alguns critérios devem ser considerados no desenvolvimento de uma marca:
- Facilidade de pronunciar, soletrar e ler;
- Se possível, palavra curta;
- Expressividade, reconhecimento e memorização fáceis;
- Associação à imagem do produto;
- Eficácia para a propaganda, sendo adaptável a qualquer veículo, meio de impressão e tamanho de fonte;
- Desvinculação de tempo ou de época, para não ficar ultrapassada;
- Adaptabilidade às necessidades de embalagem e rotulagem;
- Ausência de conotações obscenas, ofensivas ou negativas.
Segundo Luis Rasquillha, administrar uma marca exige conhecimentos. Além da visão global que os gestores devem ter, todos os pormenores contam. Existem oito pontos-chave que nunca devem ser esquecidos:
- Abrangência: Uma marca não está só associada a um produto ou uma gama de produtos.
- Dimensão simbólica: Qualquer marca, para ser forte, tem que apelar a algo de profundo, de mítico.
- Posicionamento estratégico e identidade: Mais importante do que a forma como a empresa analisa e vê a sua marca é a percepção que o mercado tem dela.
- Perspectiva a longo prazo: hoje em dia, ter uma marca reconhecida no mercado é uma necessidade, não se pode dispensar.
- Estabelecimento de uma categoria: Uma grande marca deve extravasar os limites do produto ou serviço ou da gama de produtos ou serviços que disponibiliza.
- Estabelecimento de uma relação emocional: Quando se fala em produtos de determinadas marcas, o fator emocional é muito importante.
- Consistência na imagem: Um fator essencial é a coerência de todos os produtos da marca.
- Valor duradouro: Um erro a que deve se evitar é o de alterar os valores que sustentam as marcas.
22 setembro 2006
Identidade corporativa X Imagem corporativa
Identidade da marca, missão, o que ela quer passar. Como a empresa deseja ser vista. Refere-se à personalidade e cultura da empresa, à visão interna do staff sobre a própria organização.
Assim sendo, é fácil compreender que para alterar o posicionamento ou revitalizar uma marca não basta alterar o seu componente visual, mas implica repensar a própria forma de negociar e de todo o processo necessário a disponibilizar o produto ou serviço, pois cada componente da empresa comunica por si e contribui para a imagem mental ou mundo simbólico coletivo – a marca.
A identidade corporativa se traduz e se manifesta de várias maneiras: na marca gráfica da empresa, nas suas comunicações (interna e externa), no seu ambiente de produção ou atendimento, no tratamento que dá ao cliente, nas apresentações de seus profissionais, no seu material impresso, no seu nome, no seu portfólio de produtos, etc.
Todas essas manifestações contribuem para a construção da imagem corporativa.
Ao contrário da identidade corporativa que define quem a empresa é, a imagem corporativa define como a empresa se parece, como ela é percebida. Imagem é como o consumidor vê a empresa.
A imagem corporativa refere-se a uma análise feita pelos públicos, que resulta de todos os dados provenientes da organização (podendo dar azo a diferentes interpretações ou imagens).
Com relação à imagem corporativa, Minguez (1999) a define como “o conjunto de significados que uma pessoa associa a uma organização”. Discute ainda que o processo de formação de uma imagem é um processo sempre complexo, pois é o resultado de uma abstração que cada indivíduo forma em sua mente a partir de operações de simplificação com atributos mais ou menos representativos para ele.
Estes atributos, são , em sua maioria, provenientes de três fontes de informação: os meios de comunicação de massa, as relações interpessoais e a experiência pessoal. Em resumo, a imagem corporativa é constituída por retalhos do que a empresa é, o que a empresa faz e o que a empresa diz.
A imagem positiva de uma empresa fortalece a identidade, ou seja, a marca se sobressai.
Um bom conceito deve ser agregado aos valores da empresa valorizando sua imagem e identidade
A administração da identidade é o reflexo da imagem. Se uma empresa tem uma boa imagem, conseqüentemente sua identidade foi construída com bases sólidas e responsabilidade.
A MARCA É O CONJUNTO DE TODOS OS VALORES AGREGADOS DA EMPRESA. ELA REPRESENTA A EMPRESA, SEU PRODUTO, SUA FILOSOFIA E POSIÇÃO DE MERCADO.
É AO MESMO TEMPO A IDENTIDADE E IMAGEM DA EMPRESA
Comentários dos Alunos - Marcas
“Marca – desenho [que pode ser figuras como letras e números – Kaorí] que você utiliza para caracterizar um produto, agrega informações por trás de uma imagem. (...) A marca é um dos principais recursos de uma empresa. Através dela você cria finalidade, diferencial de mercado além de se destacar dos seus concorrentes” – Luciana Alves
“O registro da patente é importante para manter a originalidade, a origem e principalmente: o esforço de tempo que levou a empresa/pessoa a desenvolver a idéia do produto. (...) O poder da marca é exprimido pela força que ela tem para influenciar o gosto (opção) e a presença no inconsciente das pessoas.” – Fábio Franco
“Mas a marca só por marca não vende, (...) tem que ter a marca como valor agregado.” – Leo Medeiros
“Se um produto de uma determinada marca falhar toda a marca pode sofrer influência negativa do mercado” – Álvaro Vilaça
“Propagandas no final de ano de certos produtos valorizam ainda mais a marca por causa da sua mensagem, criatividade, emoção. Sem dúvida vende mais, pois fica no subconsciente, como Coca-cola e Sadia.” – Jerusa Nascimento
Marca
Esses conjunto de sinais podem ser palavras, incluindo nomes de pessoas, desenhos, letras, números, formas tridimensionais, sons e até sinais olfativos ou sonoros.
Marcas nominativas bem conhecidas são, por exemplo, Coca ColaTM. e NikeTM.
Marcas sonoras: O som do motor da moto Harley Davidson (marca retirada em 2000), o plin-plim da Globo, o grito do leão da MGMTM
Marca olfativa: Na União Européia, o "cheiro de grama cortada" foi registrado em 2000 como marca para bolas de tênis.
O registro de nomes comuns pode às vezes causar disputas, como nos casos das marcas HavanaTM e AçaíTM
Três fatores que mostra a força da marca:
Concorrência, os produtos estão cada vez mais parecidos em qualidade, devido a tecnologia. Com a abertura do mercado internacional a concorrência externa está cada vez mais forte.
O consumidor está cada vez mais consciente, tanto sobre seus direitos, quanto aos produtos, preços, promoções, qualidade.
A distribuição, os produtos são mais facilmente encontrados. Por exemplo, não precisa ir a Paris comprar um perfume francês, ou um vinho, os encontra em importadoras, grandes lojas ou até mesmo em supermercados. Não precisa mais sair de casa para comprar um livro raro, basta conectar à Internet e fazer o pedido do livro em algum site de vendas como o Submarino.
Com produtos tão semelhantes, de fácil acesso e o consumidor de posse destas informações o que fará diferença na escolha de um produto será a marca, seguida de preço e qualidade.
A Marca é mais forte do que o produto. Para a função do produto, a marca adiciona personalidade. Para a performance do produto ela adiciona exclusividade. Ela dá emoção e credibilidade ao produto, ela reflete toda a empresa e seus valores. Marca passa a ser compreendida não apenas como desenho, mas com a filosofia da empresa, a imagem desta perante o mercado, assim com um carimbo é para um médico.
Uma marca forte é o caminho mais seguro para se garantir a rentabilidade para a empresa. Ela dura mais que as instalações e equipamentos, e tende a se tornar mais valorizadas com o tempo, ao contrário das máquinas que se tornam obsoletas.
A marca é o maior patrimônio de uma empresa, seu espólio vale mais do que a parte física da mesma. Imagine se como dono da Coca Cola e pedindo um empréstimo em um banco.
Para construir marcas de sucesso pode se observar os seguintes procedimentos:
- Persiga a qualidade como se a vida da marca dependesse disso;
- Crie um forte diferencial no seu mercado específico;
- Não subestime nem superestime nenhuma ferramenta de marketing e
- Lute para dominar.
Com relação a registro no Brasil de marcas olfativas tem esse link, bem legal! Ainda não é feito o registro no Brasil, mas deve se tornar uma tendência.
http://www.inpi.gov.br/ultimas_noticias/clipping/Ano2005/mai2005/clipping_06_05_2005.htm
01 setembro 2006
Peça - Criatividade
vão ai os comentários da Lu Amaral e do Fábio. A Lu Alves esqueceu de me entregar e eu esqueci de pedir. Ela lembrou, mandou e eu atualizei agora!!! 19:40
Vai também os nomes de quem mais trouxe trtabalhos muito bons!
Alice, Aline Brandão, Álvaro, Dani Batista, Filipe, Jerusa, Lídia, Magna, Mariana, Quedemá, Pollyana Marques, Tiago, Alexandra e Léo.
"Peça gráfica escolhida: catálogo com papéis fotográficos
Justificativa: A criatividade se encontra na forma como esse mostruário foimontado. Normalmente encontramos mostruários onde temos a explicação domaterial e em seguida um pedacinho desse material para a pessoa saber decomo é feito. Já esse catálogo a explicação (a finalidade/utilidade) vem escrito no próprio material, no caso, no próprio papel fotográfico." Luciana Amaral
"O site http://www2.foxsearchlight.com/thedreamers/ é um exemplo inquestionável de um excepcional trabalho de design. Primeiro, porque quando se cria um site que revela informações do filme, esse precisa recriar toda linguagem e atmosfera artística e bem sucedida de um grande diretor feito Bernardo Bertolucci (O Último Imperador e Último Tango em Paris). O layout de apresentação do site parece muito simples, mas para quem já assistiu ao filme entende a efervescência do conjunto que forma essa obra fabulosa de Bertolucci. O botão “The Experience” leva o navegante ao universo das discussões do filme (onde Paris na década de 60 é cenário de uma revolução estudantil), além de apresentar uma perfeita harmonia de cores, luzes, sombras e sons, bem ao estilo inconfundível de Bertolucci. Por fim, o site explora o melhor das técnicas de um bom design digital e leva aos amantes do cinema europeu/americano a uma descoberta de um assunto tão delicado, de forma sutil e única."
Fábio Franco
"Criatividade é quando se obtem novas idéias, que são realizadas de maneira inteligente, prática e surpreendente. Essas idéias são bem elaboradas, com um toque de irreverência e na maioria das vezes absorvidas de forma rápida.
A campanha da camisinha OLLA é muito criativa, já que utiliza o texto e o formato do outdoor para transmitir a mensagem, para os mais variados públicos. Com inovação e muito bom humor, cria-se uma publicidade bem elaborada de forma simples e inesquecível.
OBS: SIte para visualizar a campanha. www.age.com.br"
Luciana Alves
28 agosto 2006
Metodologia
É o estudo dos métodos. Tem como finalidade captar e analisar as características dos vários métodos disponíveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização. Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa
Para desenvolver soluções de design, não bastam criatividade e habilidade. É preciso ter uma forma organizada de trabalho, que permita ao cliente acompanhar - e compreender - o processo do design.
A Associação dos Profissionais em Design do RS formou uma comissão para desenvolver uma metodologia aplicada a projetos de design, fruto de uma discussão constante da Apdesign.
A Rede Gaúcha de Design adotou esta metodologia como linha mestra para a sua prestação de serviços:
A Demanda
Identificação da Demanda [ Contato designer x cliente]
Contato entre o cliente e o designer, onde este avalia as necessidades do cliente, identificando com clareza a natureza de sua demanda, a abrangência do projeto, os prazos, verba disponível e todas as informações pertinentes ao desenvolvimento do trabalho.
Proposta Comercial [ Elaboração e apresentação ao cliente ]
A elaboração da proposta comercial deve considerar todos os aspectos levantados no primeiro contato com o cliente. A redação deste documento deve explicar de maneira clara e objetiva todas as responsabilidades de ambas as partes, definindo o objeto da proposta, a metodologia do trabalho, prazos, honorários e formas de pagamento.
Proposta Aprovada? [ Inicia-se o Projeto ]
Uma vez definido, por comum acordo, o texto final com as condições da proposta comercial, o cliente deverá assiná-la, firmando assim um acordo ou contrato de prestação de serviço.
O Projeto
Planejamento
Briefing de Projeto [ Reunião com cliente e Roteiro de briefing ]
Etapa fundamental para o desenvolvimento de trabalho, o briefing, fruto de uma reunião do designer e o cliente, deve ser construído por ambos e deve contemplar todos as informações objetivas e subjetivas, os condicionantes e os limitantes do projeto.
O briefing deve responder qual o OBJETIVO do trabalho, deve descrever os problemas que indicam a necessidade do projeto e os possíveis benefícios com a sua implantação.
Cronograma
Após a construção do briefing, deve-se determinar o cronograma do desenvolvimento do trabalho com a indicação das datas de conclusão de cada etapa do projeto, bem como os dias programados para as reuniões de apresentação ao cliente.
Levantamentos e Investigação
A etapa de levantamentos visa conhecer todos os dados relativos ao contexto do trabalho e deve confirmar as informações descritas no briefing. Nesta etapa todas as fontes de informação possíveis devem ser investigadas a fim de que todos os dados relativos ao projeto sejam reunidos para análise.
Análise das Informações [ Relatório Conclusão para cliente ]
Etapa de organização da informação. Armazenam-se todos os dados relevantes e descartam-se os dados menos importantes.
Desenvolvimento
Conceituação do Projeto
Esta etapa prevê o desenvolvimento do conceito do trabalho que se manifesta através da definição do posicionamento, da personalidade, e das características gerais do projeto.
Este conceito deve ser expresso em palavras, imagens e desenhos que representem e determinem a idéia mestra do projeto. É a etapa que condensa o processo de projeto. É o espaço da síntese, dos princípios norteadores de todo o projeto.
A Demanda
Identificação da Demanda [ Contato designer x cliente]
Contato entre o cliente e o designer, onde este avalia as necessidades do cliente, identificando com clareza a natureza de sua demanda, a abrangência do projeto, os prazos, verba disponível e todas as informações pertinentes ao desenvolvimento do trabalho.
Estudos Preliminares e Aprovação do Cliente
É na etapa dos estudos preliminares que se materializam em textos e em desenhos esquemáticos, ou esboços (“roughs”), as características conceituais (formais, cromáticas, funcionais, etc.) que deverão ser incorporados no projeto, para que se atenda aos problemas detectados nas fases anteriores.
É o momento no qual as diretrizes conceituais e visuais enfrentam a realidade do problema em seus principais aspectos, para que deste enfrentamento surjam as soluções concretas. É a fase da proposição. Sugere-se uma reunião com o cliente para aprovação desta etapa.
Anteprojeto
Nesta fase materializa-se o conceito do projeto, define-se o design, as cores, as formas, as tipografias, a diagramação, o planejamento gráfico, os materiais, os acabamentos, ou seja, todos os aspectos que envolvem a solução final do projeto.
Este processo leva a escolha de uma (ou mais de uma) opção projetual, que poderá ser representada através de um modelo (ou "layout") ou materializada através de uma maquete ou mock-up (tamanho natural) com materiais simulados. Necessita de aprovação do cliente.
Orçamento Preliminar de Custos de Produção e Aprovação do Cliente
Se julgar necessário, o designer poderá apresentar ao cliente, junto com o anteprojeto, uma estimativa de custos de produção previamente solicitada aos fornecedores capacitados para a execução do projeto.
Projeto Final e Aprovação do Cliente
É quando se define o processo executivo do projeto. Nesta fase descrevem-se todos os dados técnicos e referências gerais necessárias à produção do projeto. São os desenhos técnico-construtivos, são artes-finais, são os arquivos e documentos que serão interpretados pelos encarregados da produção do trabalho. É a fase de revisão final, é a fase da pré-produção. Nesta etapa também é necessária a aprovação do cliente.
Produção
Orçamento Final e Aprovação do Orçamento
O designer deve apresentar o projeto aos fornecedores a fim de solicitar um orçamento final para execução/ produção do projeto. Sugere-se que esta solicitação seja feita no mínimo a dois fornecedores.
O cliente deverá aprovar previamente os orçamentos antes do início da produção.
Execução do Projeto
Etapa de produção do projeto. É quando o trabalho do designer se materializa. O desempenho do fornecedor é relevante para qualidade do projeto.
Protótipo
A fim de garantir a qualidade da execução, pode-se solicitar ao fornecedor uma prova de impressão ou protótipo. No caso dos projetos de design de produto, após a avaliação dos protótipos, é produzida a cabeça-de-série, que é a primeira leva de produtos com produção seriada.
Supervisão da Execução
Durante a execução, o designer deverá acompanhar a produção a fim de supervisionar o trabalho dos fornecedores, comprometendo-se deste modo com a qualidade dos produtos finais que serão entregues ao cliente.
Entrega do Produto Final e Aprovação do Cliente
Conclusão da produção. O designer deve acompanhar a entrega dos produtos finais ao cliente. É importante, neste momento, redigir um relatório de conclusão.
Documentação [ Registro do Trabalho ]
Etapa final do trabalho, onde o designer deverá documentar, arquivar, fotografar e incorporar o projeto ao seu portfólio.
Conhecer o consumidor:
- Idade
- Classe social
- Tribo
- Sexo
- Buscar sites que esse consumidor acessa, comunidades no orkut, lugares que freqüentam, reportagens que falem sobre essa tribo. Músicas que ouvem, artistas que mais se identificam. Como o consumidor vê o produto perfume, porque ele usa perfume?
Conhecer o produto perfume:
- Historia do perfume: existe desde quando? Por que começaram a usar perfumes? Qual a relação dos seres humanos com o aroma? Curiosidades sobre perfume.
- Como o consumidor vê o produto
- Quais são os concorrentes do produto, diretos e indiretos
25 agosto 2006
Criatividade X Design
Segundo Ellen Kiss a “criatividade é a geração de novas idéias, ou novas formas de olhar os fatos, ou mesmo a identificação de novas oportunidades, algumas vezes através da exploração de novas tecnologias, outras vezes por mudanças sociais ocorridas no mercado”
A criatividade pode ser novos arranjos de idéias e conceitos já existentes formando novas táticas ou estruturas que resolvam um problema de forma incomum, ou obtenham novos resultados de valor para um indivíduo ou uma sociedade. Criatividade pode também fazer aparecer resultados de valor estético ou perceptual que tenham como característica principal uma distinção forte em relação às ‘idéias convencionais’.
Armando Pilla também ressalta que a “criatividade é sinônimo de SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. Ela só existe, ela só se exprime, face a um problema real, como aplicação para um problema real. Não há criatividade sem problema referente.
Ela sempre parte de um problema, na maioria esmagadora ou então vai ao problema em situações excepcionais. Contudo a criatividade é sempre componente ativo de um problema, verdadeira razão de ser de tudo o que se compreende como solução de problemas.
Ao se enxergar a criatividade como parte do problema, ela se torna a solução. E deve se lembrar que solucionar problemas é uma das características do Design.
A partir deste ponto fica fácil perceber que a criatividade se alia ao Design, ao buscar a melhor solução para uma determinada questão
Como chegar a essa solução que é o cerne da questão. Será que para ser criativo precisar ser mirabolante? Revolucionário? Nunca visto antes? Ou a solução mais criativa pode ser a mais óbvia e por isso mesmo a mais difícil de enxergar?
Armando Pilla dá algumas dicas fundamentais para que o processo de criatividade seja mais simples:
“Preparação: Neste momento estamos a frente de um problema (qualquer que seja ele) e partimos para a coleta do maior número de informações sobre ele. Dados, números, etc. Após o levantamento de dados passamos a pensar sobre o problema com base nas informações de que dispomos. Devemos ler, discutir, anotar, colecionar e cultivar nossa atenção sobre o assunto.”
“Incubação: Nesta fase do processo você se desliga, descansa do problema. Porém mantém uma pequena luz acesa (dizendo que o problema ainda não foi resolvido).”
“Iluminação : Esta fase ocorre nos momentos mais inesperados de nossa vida. É o momento em que as soluções aparecem repentinamente. É quando visualizamos a solução do problema. É o clássico EUREKA de Arquimedes.”
“Verificação: Neste estágio volta tudo à realidade. O intelecto tem de terminar a obra que a imaginação iniciou. Neste momento o isolamento não é aconselhável, pois necessitamos das reações alheias, através de testes, críticas, julgamentos e avaliações.”
Fica claro que o famoso insight não vem do nada, surge como uma inspiração divina. Ele vem do conhecimento que se adquire sobre o problema e da bagagem cultural do solucionador de problemas.